terça-feira, 8 de junho de 2010
Bom Estudo
As aulas acabaram, ou a parte mais intensiva delas. Restam-nos, agora, cerca de uma semana para preparar os dois exames. Desejo-vos um óptimo tempo de estudo e mentalizem-se que têm de dar mais uma puxada até ao fim dos exames. Estão quase a acabar mas ainda não acabaram.
Mostrengo - "Mensagem"
O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou trez vezes,
Voou trez vezes a chiar,
E disse, «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo,
«El-Rei D. João Segundo!»
«De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o mostrengo, e rodou trez vezes,
Trez vezes rodou immudo e grosso,
«Quem vem poder o que só eu posso,
que moro onde nunca ninguem me visse
e escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse,
«El-Rei D. João segundo!»
Trez vezes do leme as mãos ergueu,
Trez vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer trez vezes,
«Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um Povo que quere o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!»
O tão temido, e imaginário monstro que atormentava as naus que andavam em Descobertas. E que, por sua vez, também nos atormentou num teste de Compreensão Oral. Este poema foi analisado em aula aquando da realização do teste.
domingo, 30 de maio de 2010
Mensagem de Fernado Pessoa
"Ascenção de Vasco da Gama"
Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra
Suspendem de repente o ódio da sua guerra
E pasmam. Pelo vale onde se ascende aos céus
Surge um silêncio, e vai, da névoa ondeando os véus,
Primeiro um movimento e depois um assombro.
Ladeiam-no, ao durar, os medos, ombro a ombro,
E ao longe o rastro ruge em nuvens e clarões.
Em baixo, onde a terra é, o pastor gela, e a flauta
Cai-lhe, e em êxtase vê, à luz de mil trovões,
O céu abrir o abismo à alma do Argonauta.
Fernando Pessoa
Comentário:
Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra
Suspendem de repente o ódio da sua guerra
E pasmam. Pelo vale onde se ascende aos céus
Surge um silêncio, e vai, da névoa ondeando os véus,
Primeiro um movimento e depois um assombro.
Ladeiam-no, ao durar, os medos, ombro a ombro,
E ao longe o rastro ruge em nuvens e clarões.
Em baixo, onde a terra é, o pastor gela, e a flauta
Cai-lhe, e em êxtase vê, à luz de mil trovões,
O céu abrir o abismo à alma do Argonauta.
Fernando Pessoa
Comentário:
A figura de Vasco da Gama é engrandecida neste poema por vários aspectos:
Pela situação de elevação aos céus num plano superior ao da simples condição humana – libertando-se do seu corpo, torna-se alma e imortaliza-se;
Pelos efeitos provocados por esta situação: o pasmo dos Deuses e dos Gigantes, o silêncio e assombro da natureza e a admiração dos homens;
Pelo nome de “Argonauta” dado a Gama, identificando-o com os heróis míticos da Grécia antiga, que procuravam desvendar o desconhecimento, buscando o inacessível e o impossível. É de salientar que este poema se associa à representação que é conferida a Vasco da Gama “Os Lusíadas” obra em que o herói é também elevado no plano dos Deuses nomeadamente no episódio “Ilha dos Amores”.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Poema da Mensagem
Segunda Parte (Mar Português)
II. Horizonte
II. Horizonte
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
'Splendia sobre as naus da iniciação.
Linha severa da longínqua costa -
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha.
O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp'rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte -
Os beijos merecidos da Verdade.
Fernando Pessoa
Comentário:
Este poema, intitulado Horizonte, começa com uma invocação ao mar (Ó mar anterior a nós) que é um espaço por descobrir e, no entanto, o caminho da viagem. Existe assim uma necessidade de vencer o medo que os navegadores têm no mar desconhecido para poder "Ir mais além", vendo e descobrindo um novo mundo a dominar. No poema está presente a ideia de que o homem necessita de sonhar sendo esta representada pela "observação" do horizonte, espaço idílico (ex: árvore, praia, flor, ave, fonte), ilimitado e lonqínquo tornando-se como um impulso para conhecer.
Sílvia Moreira
segunda-feira, 19 de abril de 2010
MENSAGEM de Fernando Pessoa
Primeira parte: Brasão
II. Os Castelos
Segundo / Viriato

Se a alma que sente e faz conhece
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memória em nós do instinto teu.
Nação porque reincarnaste,
Povo porque ressuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste
Assim se Portugal formou.
Teu ser é como aquela fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada.
Comentário:
O poema encontra-se inserido na primeira parte da mensagem - brasão - estando este associado a um passado que não se pode alterar. Fernando Pessoa remete-nos, com este poema, para o princípio da nacionalidade em que fundadores e antepassados, como Viriato, criaram a pátria em que hoje vivemos.
Somos hoje um povo porque, mesmo após a presença de outros povos (como os romanos), renasceu em todos os nossos antepassados o espírito nacional de que Viriato foi a origem. O poeta pretende enaltecer/glorificar todos aqueles que edificaram o país.
Fernando Pessoa compara Viriato à antemanhã (ao nascimento) da nacionalidade portuguesa.
II. Os Castelos
Segundo / Viriato

Se a alma que sente e faz conhece
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memória em nós do instinto teu.
Nação porque reincarnaste,
Povo porque ressuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste
Assim se Portugal formou.
Teu ser é como aquela fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada.
Comentário:
O poema encontra-se inserido na primeira parte da mensagem - brasão - estando este associado a um passado que não se pode alterar. Fernando Pessoa remete-nos, com este poema, para o princípio da nacionalidade em que fundadores e antepassados, como Viriato, criaram a pátria em que hoje vivemos.
Somos hoje um povo porque, mesmo após a presença de outros povos (como os romanos), renasceu em todos os nossos antepassados o espírito nacional de que Viriato foi a origem. O poeta pretende enaltecer/glorificar todos aqueles que edificaram o país.
Fernando Pessoa compara Viriato à antemanhã (ao nascimento) da nacionalidade portuguesa.
domingo, 11 de abril de 2010
Poema da Mensagem (Publicação)
O poema que eu escolhi da mensagem é o D. Afonso Henriques. É um poema com o qual me identifico, é também um dos meus preferidos e admiro este rei pela sua história e pela sua bravura...
QUINTO/ D. AFONSO HENRIQUES
Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vígilia é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!
Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!
(Primeira parte/ Brasão)
Fernando Pessoa, in Mensagem
Bom 3º Período!
Caros colegas
desejo-vos um excelente 3º Período. Espero, para todos, óptimos resultados. E não se esqueçam que iremos ter exames nacionais nas disciplinas de Português e de Matemática, o que exige um maior esforço e empenho de todos.
Professora, desejo-lhe, a si também, um excelente 3º Período.
Até amanhã
Cumprimentos
João Cunha
nº15 - 12ºB
Delegado de Turma
desejo-vos um excelente 3º Período. Espero, para todos, óptimos resultados. E não se esqueçam que iremos ter exames nacionais nas disciplinas de Português e de Matemática, o que exige um maior esforço e empenho de todos.
Professora, desejo-lhe, a si também, um excelente 3º Período.
Até amanhã
Cumprimentos
João Cunha
nº15 - 12ºB
Delegado de Turma
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Visita à Casa-Museu Fernando Pessoa

Gostei bastante da segunda visita que realizámos, à Casa-Museu Fernando Pessoa. Foi muito interessante entrar no universo “pessoano”, pois contribuiu para aprofundar o nosso conhecimento acerca da história de vida desta grande figura da Literatura Portuguesa, Fernando Pessoa.
Penso que o guia desempenhou extremamente bem o seu papel, dando dinamismo à visita e assim cativando a nossa atenção.
Conhecer a casa onde o poeta viveu os últimos 15 anos da sua vida, ajudou a compreender melhor a sua mente. Foi interessante saber que a casa tem cerca de 1200 livros da colecção de Pessoa, que as suas obras foram traduzidas em mais de 40 línguas e que a biblioteca está dividida em duas partes: a da bibliografia activa de Fernando Pessoa, ou seja, onde se encontram os livros que ele escreveu e a da bibliografia passiva, isto é, onde estão expostos os livros que os críticos escreveram sobre ele.O final da visita, quando alguns alunos interpretaram poemas escritos pelo poeta proporcionou um momento muito agradável.
Penso que o guia desempenhou extremamente bem o seu papel, dando dinamismo à visita e assim cativando a nossa atenção.
Conhecer a casa onde o poeta viveu os últimos 15 anos da sua vida, ajudou a compreender melhor a sua mente. Foi interessante saber que a casa tem cerca de 1200 livros da colecção de Pessoa, que as suas obras foram traduzidas em mais de 40 línguas e que a biblioteca está dividida em duas partes: a da bibliografia activa de Fernando Pessoa, ou seja, onde se encontram os livros que ele escreveu e a da bibliografia passiva, isto é, onde estão expostos os livros que os críticos escreveram sobre ele.O final da visita, quando alguns alunos interpretaram poemas escritos pelo poeta proporcionou um momento muito agradável.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Das duas visitas realizadas no plano da disciplina de Português, só consegui ir a uma delas. A ida à casa-museu Fernando Pessoa alargou os meus conhecimentos sobre a vida pessoal do universo pessoano, visto que é de muito interesse e relevância aprofundarmos cada vez mais o nosso conhecimento acerca da vida pessoal dos autores que estudamos, para assim conseguirmos entrar mais no seu mundo e no seu "jogo poético".
Um ponto forte da casa-museu é, sem dúvida, a biblioteca. Podemos encontrar uma colecção exímia, com os mais importantes manuscritos feitos por e para Fernando Pessoa.
Realço também a infelicidade de termos sido muitos alunos dentro de um museu tão grande de história mas tão pequeno de espaço. É de enaltecer a forma como nos foi guiada a visíta e a predisposição do guia para responder a todas as nossas perguntas.
Um ponto forte da casa-museu é, sem dúvida, a biblioteca. Podemos encontrar uma colecção exímia, com os mais importantes manuscritos feitos por e para Fernando Pessoa.
Realço também a infelicidade de termos sido muitos alunos dentro de um museu tão grande de história mas tão pequeno de espaço. É de enaltecer a forma como nos foi guiada a visíta e a predisposição do guia para responder a todas as nossas perguntas.
Casa Fernando Pessoa

Das duas visitas que realizamos no ambito da disciplina de Lingua Portuguesa, penso que a visita a Casa de Fernando Pessoa foi a que me deu mais conhecimento e mais interessante.
Consegui saber mais um pouco da vida de Fernando Pessoa e de alguns pormenores da sua vida.
Fiquei admirado com a quantidade de livros que a biblioteca de Fernando Pessoa constitui.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Casa-Museu Fernando PessoaDas duas visitas realizadas no âmbito da disciplina de Português, a que mais gostei foi a visita à Casa-Museu Fernando Pessoa.
Esta visita contribuiu para o nosso enriquecimento pessoal, uma vez que para além do guia nos esclarecer tudo sobre a vida de Fernando Pessoa e outros aspectos sobre a família deste, ainda tivemos hipótese de ver onde ele habitou, o seu quarto, alguns objectos pessoais que lhe pertenciam e as obras escritas por ele e sobre ele presentes na biblioteca deste local.
Comentário à Visita de estudo de Português (2.º Período)
Das duas visitas de estudo realizadas no âmbito da disciplina de Português, a que mais gostei foi a visita à Casa-Museu Fernando Pessoa, no dia 1 de Fevereiro de 2010.
Aqui deixo publicado uma foto tirada na Biblioteca da Casa Fernando Pessoa e um poema de que gosto muito deste poeta Português.
"Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que a minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos
de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor
da própria história. É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da
sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã
pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios
sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir
um castelo..."
(Poema de Fernando Pessoa)
*Sílvia Moreira*
Casa-Museu Fernando Pessoa

Boa tarde,
Das duas visitas realizadas, gostei mais da visita à Casa-Museu Fernando Pessoa.
Na minha opinião foi bastante produtiva e interessante. Gostei da casa em geral, mas gostei particularmente do quarto e da secretária de Fernando Pessoa. Esta visita contribuiu muito para aprofundar o conhecimento acerca da vida de Pessoa e talvez compreender melhor a sua forma de pensar. Achei muitíssimo giro, o facto das paredes estarem todas escritas com a mesma obra, mas em diferentes tipos de letras, é muito original.
Peço desculpa pelo atraso da publicação da mensagem.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Visita de estudo
Boa tarde a todos,

Gostei bastante da visita á casa Fernando Pessoa, deu-nos a conhecer outra perspectiva do poeta.
A visita á Gulbenkian não foi tão interessante devido a já termos efectuado uma visita recentemente.
Obrigado
Bom ano

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Comentário às Visitas

Boa noite,
Das duas visitas realizadas, gostei particularmente da segunda, à Casa Fernando Pessoa, acho que foi muito produtiva e contribuiu bastante para aprofundar e alargar o conhecimento acerca da vida de Fernando Pessoa. Deste modo, foi possível compreender melhor a sua forma de pensar, a maneira como o seu pensamento influênciou os que o rodeavam e a importância do seu legado.
Por outro lado, a visita ao Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, na minha opinião não teve muito interesse, já tinhamos visto algumas obras em visitas anteriores ao mesmo local, os autores eram conhecidos assim como as suas formas de pensar e de se exprimir, a dinâmica da guia foi fraca e sinceramente achei as aulas da professora sobre o modernismo muito mais interessantes do que esta visita.
Basicamente continuo sem perceber o porquê de tantas visitas de estudo ao último local referido e por isso deixo aqui uma foto da visita que mais me agradou.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Visitas de estudo!
Da visita que fizemos á Fundação Calouste Gulbenkian, não tenho muito para dizer, pois já tinhamos realizado uma visita em que observamos alguns quadros que estavam nesta exposição. Apesar disso o convivio entre colegas foi bastante bom. Foi uma tarde bem passada, principalmente quando fomos dar uma volta pelos jardins da Gulbenkian. Aqui fica uma fotografia desse momento passado entre colegas:

Na visita que fizemos á casa-museu Fernando Pessoa, achei que foi bastante interessante, visto que nunca tinha estado naquele local, e devido a haver bastantes objectos pertencentes a Fernando Pessoa, como uns óculos e uns blocos de apontamentos que estavam no segundo andar da casa que eu achei bastante engraçados, as edições da revista Orpheu, etc...

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Visista de estudo á Casa - Museu Fernado Pessoa
Realizámos uma visita de estudo á Casa - Museu Fernado Pessoa no dia 1 de Fevereiro de 2010 onde recordámos a história da vida de Fernado Pessoa. Pudemos ouvir alguns poemas de Pessoa lidos por colegas, e também pudemos imaginar como era a vida de Fernado Pessoa.
Na visita de estudo, o que eu mais gostei de ver, foi o quarto de Fernado Pessoa, pois eu consegui imagina-lo na sua cómoda a escrever os seus poemas e também achei fantástico a maneira como Fernando Pessoa criou os seus heterónimos.
Fernado Pessoa tinha uma mente brilhante, só uma pessoa assim é que conseguiria criar e imaginar várias mascaras, varios eus, até criar uma identidade "verdadeira" para cada uma das personagens.
Na visita de estudo, o que eu mais gostei de ver, foi o quarto de Fernado Pessoa, pois eu consegui imagina-lo na sua cómoda a escrever os seus poemas e também achei fantástico a maneira como Fernando Pessoa criou os seus heterónimos.
Fernado Pessoa tinha uma mente brilhante, só uma pessoa assim é que conseguiria criar e imaginar várias mascaras, varios eus, até criar uma identidade "verdadeira" para cada uma das personagens.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
"As Vivian Girls como Moinhos de Vento" - CAM - 28/Jan/2009
No dia 28 de Janeiro de 2009, pela tarde, fomos visitar o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. Apesar de já o conhecer-mos, acaba por ser sempre uma novidade, as colecções mudam, exceptuando a colecção permanente. A forma como a guia conduziu a visita foi excelente.
No início fez uma breve abordagem ao tema Modernismo, e a tudo o que ele está relacionado. A melhor forma de definir modernismo, é, sem dúvida, "debitar" as palavras que estão por trás do modernismo. Surgiram, assim: inovação, tecnologia, vanguarda, novo, revolução, mudança, os "-ismos", ...
Vimos as obras mais significativas expostas. Contudo, a imagem que vou publicar não foi uma das que foram indicadas e analisadas pela guia.
Este é um quadro de Paula Rego, pintado em 1984 a tinta acrílica sobre tela, tem o nome de "As Vivian Girls como Moinhos de Vento". Captou-me a atenção por usar cores bastante vivas. Conseguimos distinguir várias caras e cabeças no quadro, bem como uma mistura de animal/humano.
No fim, tal como aconteceu no ano passado, ficámos "sozinhos" com a arte. Onde pudemos apreciar, com calma e silêncio, todas as obras que quisemos. Entrámos no autocarro e regressámos ao nosso poiso. Tudo correu muito bem, foi uma visita bastante interessante.
João P. Cunha
nº15 - 12ºB
No início fez uma breve abordagem ao tema Modernismo, e a tudo o que ele está relacionado. A melhor forma de definir modernismo, é, sem dúvida, "debitar" as palavras que estão por trás do modernismo. Surgiram, assim: inovação, tecnologia, vanguarda, novo, revolução, mudança, os "-ismos", ...
Vimos as obras mais significativas expostas. Contudo, a imagem que vou publicar não foi uma das que foram indicadas e analisadas pela guia.
Este é um quadro de Paula Rego, pintado em 1984 a tinta acrílica sobre tela, tem o nome de "As Vivian Girls como Moinhos de Vento". Captou-me a atenção por usar cores bastante vivas. Conseguimos distinguir várias caras e cabeças no quadro, bem como uma mistura de animal/humano.
No fim, tal como aconteceu no ano passado, ficámos "sozinhos" com a arte. Onde pudemos apreciar, com calma e silêncio, todas as obras que quisemos. Entrámos no autocarro e regressámos ao nosso poiso. Tudo correu muito bem, foi uma visita bastante interessante.
João P. Cunha
nº15 - 12ºB
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Visita de Estudo ao Centro de Arte Moderna - Calouste Gulbenkian
Gostei imenso da visita de estudo de dia 28 de Janeiro de 2010 ao CAM.
Foi muito produtiva, a guia era espectacular e esclarecia bem as dúvidas que pudessemos ter, entrando connosco numa espécie de brincadeira.
Sintetizou-nos as palavras chave do modernismo tais como inovação, contemporâneo, original, aquela história do antigo...os pintores passam a ter ideias e a transmiti-las para a tela, transmitindo-nos cada quadro uma nova mensagem, ideia, pensamato...
Mas...o meu quadro preferido não foi nenhum dos que a guia mostrou...
É um quadro muito alusivo ao amor, pois tem uma grande diversidade de postais com casais e corações, cores alegres...
Por curiosidade com este quadro que me deixou fascinada, pesquisei na net e então descobri que é umas das suas obras mais inventivas da sua série de trabalhos de colagens. Sobre o suporte em madeira (que inclui o fragmento de uma porta), Peter Blake colou várias imagens que incluem a reprodução de uma pintura de Millais, inúmeros postais e recortes de revistas, evocando um painel sobre o qual se postassem imagens favoritas (do género daqueles de cortiça que costumamos pôr no quarto e colocar lá coisas que são importantes para nós e nos lembram momentos e pessoas). As riscas diagonais na base são uma citação de Westerman, artista americano que Blake admirava. O número dois sobre a porta representa o par de namorados. O vidro colocado sobre o fundo branco rectagular no centro da composição, deveria reflectir a imagem do observador, evocando a janela opaca de um "pub".
Por curiosidade, Peter Blake foi também o criador de uma capa de CD
dos Beatles "Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band".
dos Beatles "Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band".segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Visita de Estudo à Casa-Museu Fernando Pessoa
Olá professora... 
Antes de mais, quero agradecer aos meus colegas de turma e aos colegas do 12ºF e também às professoras, que são espectaculares quando se trata de visitas de estudo, por me terem cantado os Parabéns.
Em relação à visita de estudo, penso que gostei mais desta do que da visita ao CAM.
Gostei desta visita, pois trata algo relacionado com a História do nosso país e de uma figura importante da Literatura Portuguesa.
A explicação do guia foi a mais completa possível e por isso compreendi ainda mais este "universo pessoano".
Do que não gostei foi do barulho de alguns colegas da turma.
Esta visita ajudou-me também no trabalho que vamos realizar a nível da expressão oral.
Professora, que mais quer que lhe diga?!
" Não há palavras que consigam descrever esta visita, pois, para se trabalhar em Fernando Pessoa, tem que se perceber a mensagem que ele nos quer transmitir e, neste caso, o guia transmitiu a mensagem, mostrando a sua vida e a sua obra, num espaço envolto em criatividade. "
Beijinhos...
;)
domingo, 31 de janeiro de 2010
Visita de Estudo ao Centro de Arte Moderna
No dia 28 de Janeiro de 2010, visitámos o Centro de Arte Moderna, onde aprendemos a reconhecer as características de vários tipos de arte.
Uma das coisas que mais me fascinou foi a forma como os pintores se expressavam através da pintura. Na arte clássica o artista mostra habilidade, isto é, procura representar o melhor possível a realidade. Na arte moderna, o artista pensa, tem ideias. Logo ser modernista é ser inovador, contemporâneo, original, futurista, vanguardista...
A pintura de que mais gostei foi «Cadavre Exquis». É uma pintura surrealista, pintada a óleo por Fernando Azevedo, António Domingues, João Moniz Pereira, MarcelinoVespeira e António Pedro. A técnica utilizada neste quadro, denominada «cadavre exquis», permite que cada pintor realize a sua parte do quadro sem ver o que os outros pintaram, dando origem a uma obra tão extraordinária como a que a seguir se apresenta.

VISITAS DE ESTUDO
Aqui fica lançada a próxima tarefa dos ilustres membro deste nosso blogue: escolher uma das duas visitas de estudo realizadas no âmbito da disciplina de Português (percurso modernista no CAM e visita guiada à Casa-Museu Fernando Pessoa) e publicar uma mensagem apontando o que de mais relevante aprenderam através dela.
Tal como combinado, devem anexar uma imagem (foto dos participantes, um dos quadros estudados...).
Podem publicar a vossa mensagem até dia 12 de Fevereiro.
Um abraço.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Olá =)
Este blogue está um bocado "parado" vamos a ver se com as próximas tarefas dá para mexer um bocado com isto. Temos de começar a pensar em tirar uma foto de turma. Uma vez que as que estão na lateral do blogue já são de anos anteriores.
Até amanhã e não deixem de postar!!! =)
João P. Cunha
nº15 - 12ºB
Até amanhã e não deixem de postar!!! =)
João P. Cunha
nº15 - 12ºB
domingo, 3 de janeiro de 2010
Leituras de férias
Olá a todos,
Um abraço e bom regresso ao trabalho!
Este Natal foi muito propício à leitura: chuva, vento e frio convidaram a estar em casa, no quentinho, deliciando-nos com umas páginas de um belo livro... Espero que já estejam a viver em pleno as aventuras e desventuras de Blimunda e Baltazar!
Eu, por mim, li um livro de que muito gostei e que foi um dos escolhidos pela nossa Escola para a primeira fase do Concurso Nacional de Leitura: Jesusalém, de Mia Couto. Recomendo-o vivamente!
Um abraço e bom regresso ao trabalho!
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