domingo, 3 de fevereiro de 2008

Muita diversão, muita inspiração!

A todos os autores do nosso blog desejo que o Carnaval esteja a ser muito divertido e que não se esqueçam de duas tarefas (a profª é mesmo «chata»...): postar a sinopse (ainda nos faltam alguns contributos...) e escrever o poema da Leonor dos nossos tempos...
Até 5ª, pessoal!

Um abraço,

Profª Alice

O Guarda da Praia de Maria Teresa Maia Gonzalez



Toda a história se centra em duas pessoas, Luís, o guarda da praia, mais conhecido por Dunas, e a rapariga que deixa a sua cidade por uns tempos, com a finalidade de, naquela aldeia, encontrar a paz e o sossego possíveis para a escrita do seu livro.
Pouco tempo após a sua chegada, ela é surpreendida pela visita sistemática de Dunas.
Sem muita confiança, tenta convencê-la a deixar de escrever o seu romance, para optar por um texto que fale do mar. Com o passar dos dias tornaram-se grandes amigos e confidentes.
Aparecia e desaparecia quando queria, de um momento para o outro, da forma mais instantânea possível.
Apesar da cumplicidade entre os dois, ela não sabia nada sobre ele, curiosidade não lhe faltava, tinha era medo de tocar em assuntos ditos como “proibidos”, mas há medida que o tempo foi passando a escritora conseguiu as respostas que procurava.
Conseguiu respostas e muito mais, e quando acabou o livro, doeu saber que tinha que regressar à cidade, onde não havia um Dunas a invadir a casa quando menos esperava e a dizer tudo o que tinha a dizer.
Dunas disse-lhe que a morte doía, que quando as pessoas de quem gostamos nos deixavam é que damos pela sua falta e percebemos o verdadeiro significado que elas têm para nós.
Concordando com tudo isto, a escritora decidiu voltar, no Verão seguinte, para poder mergulhar sem medo, no imenso mar que com ele conhecera e juntos contarem tudo o que havia de novo e reviverem bons tempos.
Chegada essa altura, Dunas já não estava, tinha ido embora, para bem longe, mas prometera voltar para lhe contar tudo e ler o seu livro. No entanto, nunca era certo se ele iria mesmo voltar...