Referencia bibliográfica: Autores: Soares, luiz Eduardo, André Batista, Rodrigo Pimentel.
Titulo da obra: Tropa de Elite, Lisboa, Editorial Presença, 3ª edição, Lisboa, julho de 2008
(O livro está escrito em português do Brasil por isso tem bastantes notas para a edição portuguesa. O autor destas notas foi Alberto Gomes.)
Esta obra contém 316 páginas que estao divididas em 23 capitulos.


Sinopse:
Tropa de elite é um livro verdadeiramente adquado aos dias de hoje. Foi escrito por três autores um antropólogo e dois ex-operacionais do BOPE.
Esta obra retrata o lado do BOPE (Batalhão Operações Policiais Especiais), conhecido pela sua violencia e eficácia das suas intervenções, numa constante “guerra civil” que se vive na cidade do Rio de Janeiro no Brasil.
O livro esta dividido em duas partes sendo que: na primeira vive-se o dia-a-dia das guerrilhas urbanas contra a criminalidade em que se pode assistir, com grande realismo, ás muitas cenas de violencia e crueldade nas favelas por parte deste batalhão e na segunda constacta-se o percurso de um oficial do BOPE que mostra a interação entre a PM(Policia Militar) com o crime organizado das favelas.
Conclusão pessoal:
O BOPE é em poucas palavras o grupo (de operações especiais anti-crime) de policias militares que nao cometem irregularidades, nao fazem parceria com a criminalidade e acima de tudo tem Amor e Orgulho na farda e na boina preta que usam!
Eu gostei em particular deste livro pois é directo na forma como conta os factos, simples na maneira como os descerve, realista do ponto de vista da descrição exacta dos acontecimentos e devéras patriotista.
Apesar de ter uma forma pouco ortodoxa de explicar o seu conteúdo e de a sua linguagem ser muitas vezes obscena. Aconselharia-o a quem goste de enredos policiais, tenha um fascinio pela forma de trabalhar dos grupos de operações especiais e aprecie o promenor da complicada tarefa de elaboração de uma estratégia de ataque.
Citações preferidas:
“A carótida de Luizão salta, injectando sangue nas orelhas, no nariz, na testa, nas bochechas, menos no cerebro do delegado, que parece bestializado com o que ouviu” (p.239 l.26)
“Se for reprovado nesta nesta sua terceita tentativa de ingressar no BOPE, terá de cavar a própria sepultura, deitar-e nela e submeter-se ao escárnio colectivo. A suprema humilhação será consagrada pelo retorno irreversível do canditado á policia convencional.”(p.249 l.12)
“Homem de preto,
Qual é sua missão?
É invadir favela
E deixar corpo no chão!”(p.10 l.23)
João Pedro Carvalhinho nº17 11ºB