sexta-feira, 13 de março de 2009

Análise do Teatro - Frei Luís de Sousa

Cenários: Os cenários estavam muito pobres.



Adereços: Na minha opinião, duas cadeiras, uma mesa, um livro e a tocha que Manuel de Sousa transportou não são adereços suficientes nem muito originais para esta peça.



Guarda-roupa:Quanto ao guarda-roupa, acho que está bem escolhido, pois representa bem as roupas usadas antigamente.



Acústica: Nos lugares mais altos e afastados do palco, por vezes era difícil ouvir o que os actores diziam.



Conforto: As cadeiras eram muito confortáveis.



Actores: Em geral, os actores até estiveram à altura do desafio.



Personagens: Na minha opinião, a personagem que mais se destacou foi Manuel de Sousa, porque tinha uma voz que se conseguia ouvir em toda a plateia e a sua maneira de falar cativava a nossa atenção.

Análise do Teatro - JPCunha

Boa Noite.

A minha opinião varia muito em relação às diferentes características analisadas.

Acústica: Em relação à acústica apenas tenho a mencionar o facto de, nos lugares mais altos e afastados do auditório, certas partes não se ouvirem da melhor forma.

Cenários: Quanto aos cenários, atribuo uma nota bastante negativa. Os cenários precisam de ser mais trabalhados. Um pano vermelho e umas fotografias pintadas é muito pouco criativo e monótono.

Conforto: Em termos de cadeiras apenas posso dizer que estava muito bem sentado. Quanto à temperatura ambiente da sala notei um ligeiro arrefecimento aquando do decorrer da peça.

Personagens: Para mim a personagem que melhor esteve em palco foi Manuel de Sousa (interpretado por Tomé Vieira) conseguiu uma boa colocação de voz, o que animou/avivou a peça.

Adereços: Tal e qual como os cenários esta área precisa de ser reforçada. A tocha que Manuel de Sousa maneja é o adereço, na minha opinião melhor conseguido.

Guarda-Roupa: De todas as características materiais esta é a que melhor se destaca. As roupas da época fazem o espectador não perder o interesse na peça e analisar o vestuário.

Actores/Actrizes: No geral o grupo de actores/actrizes até esteve à altura. O pior foi a parte material nem sempre ajudar. Para ajudar a dinamizar a Companhia de Teatro ("Actus") os protagonistas podiam interagir com o público, nem que fosse no fim da peça, e também poderem receber as opiniões de quem está do outro lado do palco.

Penso que é isto que a Professora queria. Certo?

Cumprimentos,
João P. Cunha, nº18 - 11ºB