Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal
Painel realizado para o café "A Brasileira". Almada Negreiros (1893-1970), participou com ele no Salão de Outono de 1925, e dele, Vítor Falcão escreveu, no Diário de Lisboa, o seguinte:
"... não se trata de uma composição vazada nos moldes normais, com o aspecto habitual da pintura a óleo, mas sim de uma obra construída por um processo inteiramente pessoal, em que as figuras, resplandecentes de expressão, estão desacompanhadas de todos os acessórios do costume." E finalizava afirmando que "quando um artista como Almada Negreiros ... consegue, na pintura a óleo, à primeira tentativa, deslumbrar-nos assim, pode-se-lhe chamar, como eu lhe chamo, sem hipérbole, um artista genial."
Fonte:
José de Monterroso Teixeira (coord.cient.)
Almada, a Cena do Corpo, p.95
Lisboa, Centro Cultural de Belém, 1993
1 comentário:
Foi uma óptima estreia a sua enquanto membro do nosso blog! Escolheu um dos autores mais representativos do Modernismo português!
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