terça-feira, 28 de abril de 2009

Excelente - Teatro 5*****

O facto de assistir ao teatro Os Maias no Teatro da Trindade foi uma experiência única.

Os cenários nesta peça foram bem conseguidos. Através dos cenários dava para localizar a acção no espaço. Penso que essa característica apenas é conseguida com cenários e adereços muito bons.

Tal como os cenários, os adereços "estavam à altura". O mobiliário da época ajudou a que este fosse também um dos pontos fortes do Teatro.

O Guarda-Roupa é para mim o ponto mais forte da peça em geral. O vestuário representava na excelência os trajes da época. Todas as personagens estavam muito bem vestidas.

A Acústica é boa. Eu estava no primeiro balcão, numa extremidade junto ao palco. Consegui ouvir todas as falas com perfeição, apesar da insonorização do Teatro não ser a melhor. 

O conforto das cadeiras era excelente. Bem almofadadas e com um bom encosto de costas.

Os actores conseguiram encarnar as personagens. Representaram muitissímo bem. Isso deve-se também ao facto de terem também um pouco de experiência neste ramo.

A personagem que eu mais gostei foi o Ega. A sua fala "típica" e as suas piadas constantes e características deram ênfase à peça.

Não notei grandes diferenças entre o livro e a peça. Adorei ver a peça representada no Teatro da Trindade. 

Crítica: Desta vez não é remetida aos actores mas sim a colegas meus, doutras turmas da escola (que sabem quem são). É de lamentar a sua postura perante a representação que estavam a assistir. Peço-vos Caros Colegas que, caso não aprendam a estar com respeito e com bom-senso perante os outros que estão a trabalhar e que vos respeitam, NÃO APAREÇAM! Façam esse grande favor não só aos que vos rodeiam mas também à boa imagem da nossa escola.

Cumprimentos,

João P. Cunha, nº18 - 11ºB

1 comentário:

Alice Fernandes disse...

Olá, João!
MIssão cumprida e sempre a horas! Assim é que é! Se gerirmos bem os nossos compromissos, conseguimos fazer tudo!
Gostei do «recado» que enviou às pessoas que não são dignas de nos acompanharem...
Um abraço,
Profª Alice