
Professora a Inês pediu-me para publicar a sinopse dela, porque está com problemas informáticos.
Título da obra: Cão como nós
Autor: Manuel Alegre
Sinopse
O livro baseia-se na vida e forma de ser de um cão. O narrador (Manuel Alegre) era o dono do cão e sua família, que já tinha morrido mas que continuava vivo no seu coração.
O cão era um pag neul-breton, que era desobediente, irrequieto e exibicionista que só gostava de estar perto dos donos. O cão chamava-se karika. Sentia-se membro da família, com um cão como eles , mas quem não consentia tal coisa era Manuel Alegre, que impunha fidelidade e ordem que o cão devia de ter para o dono.
Existe momentos em que o dono “fala com o cão”. Pois o karika proteger e animar todos os que lhe rodeiam. A mãe do narrador era uma senhora muito conservadora, e que não deixava os cães estarem dentro de casa, ate que um dia abdicou da teimosia e deixou o karika passar os dias de natal dentro de casa. Karika salvou Manuel Alegre, pois tinha-se esquecido do fogão aceso.
Era um cão fiteiro, quando havia convidados fazia de cão de carência .
Começou a envelhecer, a ter ataques cardíacos tal e qual como o dono mas tinham a ambição de viver e continuar com o seu espírito aventureiro.
Manuel Alegre ao longo do seu livro, ditava pensamentos e sentimentos pelo seu cão que era carinhoso mas desobediente para com ele.
Um animal, como um cão tem sentimentos, reage como os humanos, por isso podemos dizer que é um cão como nós.
O cão era um pag neul-breton, que era desobediente, irrequieto e exibicionista que só gostava de estar perto dos donos. O cão chamava-se karika. Sentia-se membro da família, com um cão como eles , mas quem não consentia tal coisa era Manuel Alegre, que impunha fidelidade e ordem que o cão devia de ter para o dono.
Existe momentos em que o dono “fala com o cão”. Pois o karika proteger e animar todos os que lhe rodeiam. A mãe do narrador era uma senhora muito conservadora, e que não deixava os cães estarem dentro de casa, ate que um dia abdicou da teimosia e deixou o karika passar os dias de natal dentro de casa. Karika salvou Manuel Alegre, pois tinha-se esquecido do fogão aceso.
Era um cão fiteiro, quando havia convidados fazia de cão de carência .
Começou a envelhecer, a ter ataques cardíacos tal e qual como o dono mas tinham a ambição de viver e continuar com o seu espírito aventureiro.
Manuel Alegre ao longo do seu livro, ditava pensamentos e sentimentos pelo seu cão que era carinhoso mas desobediente para com ele.
Um animal, como um cão tem sentimentos, reage como os humanos, por isso podemos dizer que é um cão como nós.
Inês Mateus, nº11, 11ºB
1 comentário:
Então, Inês, não conseguiu entrar no blog? Temos de solucionar algum problema técnico que haja por aí...
Gosto muito de a ter como autora e a Inês, gostou da experiência de ser autora?
Já agora, Manuel Alegre é o autor, nunca o narrador, O.K.?
Bjs,
Profª Alice
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