segunda-feira, 31 de março de 2008

Contrato de leitura do 2.º período- Tatiana


O Pântano da Meia-Noite- Nora Roberts








O livro é sobre Declan Fitzgerald, que era um advogado com um certo prestígio em Boston. Declan e o seu amigo Remy vão passear para nova Orleans, onde encontram uma mansão que estava abandonada há algum tempo, segundo os habitantes de Nova Orleans, porque estava assombrada.
Declan sentia-se atraido pela mansão, algo nela o cativava. Ele decide comprá-la e largar a sua vida em Boston e ir viver para Nova Orleans e restaurar a sua nova casa, a mansão Manet Hall. Pouco a pouco, Declan começa a perguntar-se sobre se não haverá algo de verdadeiro sobre o que dizem acerca da sua mansão estar assombrada, pois à medida que vão passando os dias começa a ter visões nas quais imagina presenciar cenas do passado. Sente também uma grande angústia, como se a casa fosse refém de um terror e de uma tristeza incontrolável.
Declan conhece uma bela vizinha que o distraí de todos os pensamentos sombrios. Mas, por incrível que pareça, Angelina Simone também sentia uma igual e estranha sensação com a Manet Hall.
Angelina e Declan vivem um romance muito intenso, mas para se poderem entregardefinitivamente um ao outro, terão de enfrentar e descobrir o segredo do seu passado.

"A minha Leonor"- Tatiana

De sabrinas vai para o shopping
Leonor pela tardinha
Lá vai ela com a sua malinha

Cabelo escuro como a noite cerrada
uma juba de cigana
que lhe derramava
anéis selvagens pelos ombros

Rosto de raposa matreira,
o nariz estreito,
de faces altas e simétricas.

Olhos de um castanho
rico e profundo,
de chocolate amargo

Boca grande e cheia,
pintada com um luxuriante
vermelho sangue
constituição quase que delicada
Lá vai ela como uma fada.

Tatiana Parrinhas

sexta-feira, 28 de março de 2008

Contrato de leitura do 2.º período

MINOT, Susan (2007), Ao Anoitecer, 2.ª edição, Civilização Editora.


Ann Lord, mulher de 65 anos, está a morrer de cancro. Deitada na sua cama, num estado de semiconsciência, relembra o passado. Viajando pelos seus sonhos e pelas suas mágoas, recorda-se do fim-de-semana do casamento da sua amiga, Lila Wittenborn. Quando Ann conhece Harris Arden, um amigo do seu namorado Buddy, apaixona-se por ele. Vive um breve romance com Harris, perdendo-o inesperadamente.

Apesar de Ann Lord ter tido três maridos e cinco filhos, Harris Arden foi o único homem que amou verdadeiramente em toda a sua vida.

À medida que perde a noção da realidade, Ann fica mais próxima das suas filhas, Constance e Nina.

É um livro de emoções acerca de uma vida trabalhosa, mudada constantemente pelo amor.

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=9ridibDWfpE&feature=related

Sílvia Moreira


Leonor

"Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura:
vai fermosa e não segura."

Passos curtos olhando o horizonte,
cada dia a sonhar com uma aventura
em sua mente pura.
A colher as mais belas flores do monte
antes que chegue a noite escura,
com seus pensamentos murmura...
Que ninguém seus segredos conte.

Guarda na sua memória imagens que dariam uma bela pintura,
traçando-as com muita ternura
ao atravessar a nobre ponte,
com a sua doçura...
Os passarinhos põem-se à sua altura.
Leonor mata a sede na natural água da fonte
onde o tempo perdura...

O meu auto-retrato

Cabelos e olhos de tom acastanhado,
Estatura média,
Perfil bem desenhado,
De nome Sílvia.

Alegre e boa comunicadora,
Tento dar sempre o melhor de mim
Nunca desisto, sou lutadora
Em busca de realizar sonhos sem fim.

Depois de grandes mudanças
Nunca me mostrei triste,
Embora haja lembranças
A que o tempo resiste.

quinta-feira, 20 de março de 2008

"A minha Leonor" - João Cunha

Descalça vai para a fonte
Leonor pela verdura:
Vai fermosa e não segura.

Com sua saia rodada
Blusa justinha com flores
Raminhos de muitas cores
Passos largos, apressada,
Que o dia já pouco dura.
Por um caminho de pedras
Vai fermosa e não segura.

Leonor, que vida trágica
Se uma fada madrinha
Com sua varinha mágica
Tocasse cada pedrinha
E a transformasse em verdura.
Doem-lhe os pés magoados
Vai fermosa e não segura.

sábado, 8 de março de 2008

Contrato de leitura - 2º período - João Cunha


BESSON, Luc (2005), Artur e a Cidade Proibida, ASA Editores, Porto

Título: Artur e a Cidade Proibida

Autor: Luc Besson, famoso actor, cineasta, director, roteirista, fotógrafo e escritor, nascido em Paris, França a 18/03/1959. Artur e a Cidade Proibida é o segundo volume das aventuras do jovem Artur. A saga de Artur constitui a primeira incursão do autor na literatura juvenil.

Nº de Páginas: 157 páginas

Resumo do livro:

A casa da avó de Artur e a Terra dos Minimeus, situada no jardim, está a ser ameaçada por uma empresa de construção e pelo senhorio da propriedade. Esta empresa notificou a avó para que abandonasse a casa, isto caso, não encontrasse forma de pagar a casa, até ao meio-dia dois dias depois.

Visto que nem a avó nem o pequeno Artur, de 10 anos, têm a quantia exigida, apenas resta ao pequeno Artur, às escondidas da avó e recorrendo a umas anotações do avô, ir á procura do avô desaparecido e do tesouro na Terra dos Minimeus.

O avô de Artur após ter enterrado um tesouro no jardim da casa desapareceu misteriosamente já lá vão 4 anos.

Os Minimeus são seres humanos com 2 milímetros de tamanho. Ao entrar no mundo dos Minimeus Artur trava conhecimento com Selénia e Betameche, e ajuda-os a repelir um ataque dos soldados de Maltazard. Como forma de agradecimento o rei dos Minimeus ordena a Selénia que leve Artur na sua missão de matar Maltazard na Necrópole, para este encontrar o tesouro e o seu avô desaparecido.

A avó assim que dá pelo desaparecimento do seu neto e se apercebe que os pais deste estão a chegar engole em seco e prepara-se para lhes contar a verdade.

Os pais de Artur entram em casa e percebem de imediato que a avó, depois de muitas tentativas falhadas, os está a enganar relativamente ao paradeiro do seu filho.

Durante a viagem pelas Sete Terras Selénia apercebesse do amor de Artur por ela e sempre com malícia e maquiavelismo diverte-se a brincar com os sentimentos deste jovem.

Os 3 jovens depois de escapar a alguns obstáculos conseguem finalmente chegar à “Cidade Proibida”.

Na Cidade Proibida Selénia despede-se dos rapazes dando um beijo na boca de Artur, que mais tarde se vem a saber que tinha acabado de casar e receber os poderes de Selénia, e parte para ir combater com Maltazard.

Os rapazes depois de haver um desentendimento no mercado da Necrópole foram presos.

Mais tarde na prisão encontram o avô desaparecido de Artur, Archibald, e junta-se-lhes Selénia que foi capturada por M, o maldito.

Maltazard depois de descobrir que Selénia não podia casar com ele e curá-lo da sua doença mortal resolve matar os quatro. Da mesma forma que irá matar todos os outros Minimeus, aproveitando o sistema de rega criado por Artur e o deposito da água que abastece a casa para os inundar.

Para matar Artur e os seus amigos, M. simplesmente irá enviá-los pelo cano da água 10 minutos antes de abrir as torneiras.

Artur descobre que o trono de Maltazard está situado por cima do tesouro do jardim: a pilha de rubis de Archibald; e que aquele que controla as torneiras é um Minimeu, chamado Mino, que tinha sido raptado.

Artur estabelece o seguinte plano com Mino: ao meio-dia, assim que Artur voltasse a ser humano, Mino faria um sinal que mostraria ao jovem a localização do tesouro e do Minimeu, para serem recolhidos.

Já no cano, Artur e Selénia descobrem o carrinho de corda de Artur que lá tinha caído, e utilizam-no para chegar a tempo á cidade dos Minimeus e alertá-los para o perigo da inundação.

As portas da cidade são fechadas no último segundo e esta é salva.

Não há tempo para celebrar porque Artur e o seu avô têm de voltar ao seu tamanho normal.

No jardim, Artur vai á procura do tesouro enquanto Archibald empata o senhorio e os policias que estão prestes a expulsá-los da propriedade.

O plano que Artur concebeu com Mino foi cumprido, mas Artur não consegue chegar ao tesouro, por este estar muito enterrado.

Para fazer o suporte de plástico onde está o tesouro vir á superfície, Artur precisaria de inundar a Necrópole, e consegue-o ao atirar uma bola de ténis pelo cano do depósito. A bola, muito maior do que qualquer Minimeu, rapidamente destrói as barragens que impediam a Necrópole de ser inundada e Mino e o tesouro são recuperados.

Depois de devolver Mino á sua Terra Natal com uma palhinha, Artur apressa-se a devolver os rubis aos avós.

O senhorio que não queria acreditar tenta roubar os rubis, mas é travado pelos polícias que o acompanhavam.

Com isto o senhorio é preso, os avós reunidos dão uma festa para a família e para os polícias em que o elemento mais ausente é Artur, que se encontra a olhar para a cidade dos Minimeus, pensando em Selénia. Mal sabia ele que Selénia fazia exactamente o mesmo, pensando nele enquanto olhava para a casa.



P.S. - Publiquei agora o resumo do meu livro. Em breve publicarei "a minha Leonor".